Clínica

Conceito

Por quê Psicobela? Nesse cenário ser bela é estar em paz consigo mesma, e gostar de ser quem se é, esculpindo a própria autoestima.  Ser Psicobela é mais que ser bonita, é mais que ser magra, é ser nossa melhor versão, nossa forma mais inteira.

Em épocas de supervalorização do superficial, e de tentar se colocar tudo ou quase em formas de felicidade, deixar surgir, fazer crescer a individualidade, o ser em detrimento do ter e do parecer, é um desafio. É preciso cuidar do corpo,  monitorar o peso, investir na saúde e na boa aparência. Não há mal nisso, o ruim está em perder a medida, alienar-se do que se é ou distanciar-se do que pode ser. Transferir a qualquer coisa externa nossa responsabilidade de fazer o melhor que podemos com aquilo que temos.

O logotipo Psicobela tenta desenhar esse Ser. Em destaque o “i” de indivíduo, de inteligência, de interior, de imaginação, de integridade, de impulso de sair do lugar, de desenvolver asas, voar para outros espaços sem distanciar-se de si mesmo. As formas do feminino, as asas da borboleta, as fases que simbolizam renovação, transformação, completam esse conceito.

Seja bem-vindo (a) a Psicobela. Que esse espaço possa ser um convite e um incentivo à sua SAÚDE EMOCIONAL E  BELEZA INTEGRAL.

Um beijo pra vocês!

Maria Marta Ferreira e equipe

Maria Marta Ferreira, psicóloga (CRP08/07401) com experiência de 20 anos em psicoterapia, tratamento e prevenção da obesidade. Autora do Programa RAFCAL (Método para tratamento do sobrepeso com foco no emagrecimento saudável e sustentável) que já auxiliou muitas vidas em seus 20 anos de ação. Autora dos livros Psicologia do Emagrecimento, Ed. Revinter e Emagrecimento Sustentável, Ed. Juruá. E contribuições diversas para revistas e sites especializados.

Comentarista semanal no Programa Light News (Transamérica Light 95,1 FM) há 10 anos. Espaço para debates sobre relacionamentos. De lá surgiu Conselhoterapia, edição da autora, o mais recente livro com histórias reais, acolhidas e comentadas para inspirar e instruir relacionamentos melhores. Escreveu também Ser Feliz Não é Pecado, Ed. Juruá, em que amor próprio e fé se conectam para dar novos significados a vida.  

É palestrante, facilitadora de cursos e workshops para desenvolvimento pessoal e aprimoramento profissional. Diretora da Clínica, Site e Revista Digital (Psicobela Saúde Emocional Beleza Integral), dedicados a promoção e valorização da saúde emocional.

Minha identificação é com a Psicologia Humanista, acredito sim que o indivíduo possua possibilidades inimagináveis de compreender, de modificar os conceitos que tem de si mesmo, rever suas posturas, alterar seu comportamento, ser agente de sua vida.

A Psicologia é uma ciência rica em conhecimento, nas suas diferentes abordagens a organização do saber é uma constante e recebe os mais variados títulos: Comportamental, Gestalt, Sistêmica entre tantas. Como rios que correm para o mar, cada linha se empenha em transformar comportamento, auxiliar o ser humano a viver melhor. Não há uma melhor que há outra, são apenas propostas diferentes e temos que ser cuidadosos para não transformar “abordagens em dogmas”.

Todo esse conhecimento está à nossa disposição e devemos utilizar com sabedoria. Afinal o centro do trabalho como clínicos não é nem a linha de trabalho, nem o profissional, mas o paciente.

Há muitos profissionais que admiro e me inspiram, uns de perto, uns de longe. O Eminente psiquiatra Yrvin Yalom em sua profunda consideração pelo paciente e o aprendizado que temos com eles, me inspira a ser plurarista.

Reuvem Feuerstein, grande educador e psicólogo me aulixia a compreender com sua teoria da Experiência da Aprendizagem Mediada que “nosso aprendiz” é também um “grande mestre”.

Por muitas vezes as pessoas me perguntam: “não deve ser fácil trabalhar ouvindo problemas”. Minha resposta nesse quesito também se repete: “não trabalho ouvindo problemas, trabalho ouvindo e acompanhando pessoas em desenvolvimento. Os problemas são apenas o meio, mas não representam o fim. O fim é outro. O surpreendente passo para a evolução”.

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